Sustentabilidade do parque edificado é mais do que descarbonização
Por mais tecnológico e moderno que um edifício possa ser, continua a ser utilizado por pessoas. Por esse motivo, uma das questões que também influenciam o nível de eficiência de um edifício, seja empresarial ou de habitação, é o comportamento humano.
Nuno Rolo sublinhou a importância de tomarmos consciência da mudança de paradigma em curso. O consumidor de energia não tem tido a necessidade de se preocupar com a origem e com a disponibilidade da energia. É uma utilidade sempre presente, no momento em que é necessária. Isto tem origem no facto de a geração de energia estar muito afastada (geograficamente e tecnologicamente) do consumidor. Atualmente, com a descentralização da geração de energia elétrica, trazida pela crescente instalação de centrais de produção fotovoltaica, nos pontos de consumo, o paradigma está a mudar. “O consumidor é um produtor-consumidor (prosumer). Passa a ter uma preocupação adicional. Passa a indexar os seus hábitos de consumo de energia, ao momento em que o sistema fotovoltaico a produz. Isto traduz-se na aproximação da oferta e da procura de energia, o que influencia positivamente a literacia energética e a eficiência na utilização dos recursos energéticos”, refere Nuno Rolo.
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