nova formula student

nova formula student

O Projeto Formula Student é uma iniciativa reconhecida a nível europeu, na qual estudantes universitários têm a oportunidade de aplicar os seus conhecimentos teóricos, desenvolvendo protótipos de carros de corrida.

A TDGI, demonstrando o seu compromisso com a inovação e com o desenvolvimento dos jovens talentos, estabeleceu uma parceria com a Associação de Estudantes da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, e apoia os futuros engenheiros neste projeto de engenharia automotiva.

Esta parceria não só fortalece o vínculo entre academia e indústria, mas também incentiva a criatividade e a excelência técnica, preparando os alunos para um mercado de trabalho cada vez mais exigente e dinâmico.

A competição começa em Julho, na Áustria, e a etapa em Portugal irá realizar-se de 3 a 7 de Setembro, em Castelo Branco.

Saiba mais em https://novaformulastudent.web.app/

nuvem de pontos tdgi

nuvem de pontos tdgi

Modelação 3D a partir de nuvem de pontos.

A TDGI Industry através do seu departamento de Projetos Industriais, possui a tecnologia de laser scan e uma equipa especializada, que lhe permite através do levantamento de uma nuvem de pontos, partir para uma modelação 3D e desenvolver toda a engenharia de detalhe, até à fase de implementação.

O que é uma nuvem de pontos?

São pontos obtidos através do mapeamento por laser scan e processamento de imagens, permitindo a recriação de estruturas para modelos tridimensionais completos. É possível levantar diversas informações como volumetria, profundidade, elevação e localização, com vários níveis de detalhe.

O que é a tecnologia laser scan?

É uma técnica que utiliza feixes de laser para medir distâncias e criar representações detalhadas em 3D de objetos, equipamentos, máquinas, edifícios, plantas industriais, entre outros.

 

visita napo tdgi ace

Para comemorar o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho – 28 de Abril – a TDGI realizou diversas iniciativas durante o mês de maio, onde o tema central foi “Aprender com o Napo”.

O Napo é um personagem animado criado para promover a segurança e saúde no trabalho de maneira educativa e acessível. É o protagonista de uma série de vídeos que abordam diversos temas relacionados com a prevenção de acidentes e condições de trabalho seguras, sendo uma iniciativa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA).

A TDGI, em colaboração com a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a EU-OSHA, recebeu a visita do Napo em algumas de suas instalações. Esta visita proporcionou uma excelente oportunidade para apresentar as boas práticas que temos implementado ao longo do tempo e também para identificar áreas de melhoria.

O nosso objetivo é garantir que a segurança e a saúde dos trabalhadores estejam sempre em primeiro lugar.

Veja o vídeo da visita do Napo à Sede da TDGI em Lagoas Park, e à TDGI ACE no campus TAP.

 

os impactos da manutenção técnica tdgi

Se recuarmos alguns anos no tempo, é seguro afirmar que a expressão Inteligência Artificial, ou IA como normalmente é chamada, era para a maioria das pessoas algo distante do seu quotidiano e remetia-nos para alguns dos filmes ou livros mais icónicos de ficção científica. Contudo, o panorama atual é completamente diferente. A importância nos media, a quantidade de soluções e ferramentas com recursos de IA, com que somos inundados diariamente, e as potencialidades adjacentes garantem a nossa atenção.

Apesar do conceito ter surgido há várias décadas (John McCarthy, 1956), só nos últimos anos se viram reunidas as condições tecnológicas necessárias para que a sua utilização em massa fosse possível. Desde logo, o desenvolvimento da internet e das comunicações de alta velocidade, os avanços computacionais, o aparecimento dos smartphones, a crescente oferta de cloud computing, permitindo o acesso generalizado a supercomputadores num custo acessível, o desenvolvimento dos softwares de programação e dos próprios algoritmos aplicados na IA e, não menos relevante, a disponibilidade e acesso a grandes volumes de dados têm permitido isso, através da digitalização.

Estamos na era do big data e a quantidade de informação que se gera diariamente é algo de extraordinário (≈ 328,77 Milhões de Terabytes/dia). No entanto, a verdade é que nem todos os dados interessam ou têm qualidade. É necessário tratar, normalizar, catalogar, criar estruturas próprias organizacionais, depurar erros e prepará-los para “consumo”.

Capacidade tecnológica à parte, é nos dados que reside a matéria-prima para o bom funcionamento dos algoritmos de IA. Por melhor e mais eficiente que o algoritmo seja, se a amostra de dados for de baixa qualidade, imprecisa ou limitada, os resultados produzidos vão perpetuar essas deficiências, podendo até desacreditar aquilo que seria um projeto interessante a desenvolver com os recursos de IA. Se pensarmos no campo da Manutenção Técnica, podemos dividir os dados base de serviço dos ativos em dois grandes grupos: aqueles que são provenientes dos sistemas de monitorização, sejam eles por via das GTC – Gestões Técnicas Centralizadas, equipamentos de IoT – Internet of Things, ou diretamente das controladoras dos ativos, e aqueles que têm origem na ação humana, que descrevem as intervenções históricas sobre os ativos e que geralmente são registados nos softwares de gestão da manutenção ou até mais recentemente, nos modelos BIM – Building Information Modeling.

Cada grupo de dados, apresenta as suas particularidades para poderem ser utilizados convenientemente nos modelos de IA. A monitorização,por exemplo, possibilita o acesso a um grande volume de dados, mas geralmente o que nos interessa, da análise, são as anomalias ou as tendências que levaram às anomalias nos ativos. Situação que pode depender de uma variável em particular ou da combinação de várias variáveis, direta ou indiretamente relacionadas com os ativos (exemplo: carga em serviço, o n.º de horas de trabalho ou até as condições de funcionamento ambientais). Em determinados casos, a cadência destas ocorrências pode ser tão baixa, que não se conseguem tirar dados úteis numa janela temporal aceitável. E, apesar de ser possível ampliar a amostra, avaliando em simultâneo ativos iguais ou equivalentes, há que garantir que essa análise, às variáveis de funcionamento (diretas e indiretas), é realizada nas mesmas condições, o que pode aumentar a complexidade dos modelos e das extrapolações necessárias.

Na vertente das intervenções históricas sobre os ativos, os dados são altamente dependentes da componente humana e por maior que seja a maturidade e rigor das equipas técnicas que fazem o acompanhamento e registo, o fator da individualidade e interpretação de cada pessoa vai sempre condicionar a uniformidade dos registos. Existem, portanto, grandes desafios na gestão dos dados, para que a IA possa contribuir de uma forma generalizada e positiva na melhoria dos processos do setor, quer na componente estratégica de gestão, quer no apoio à operação. Ainda assim, gradualmente, temos vindo a assistir a um crescente número de empresas e entidades do sistema científico e tecnológico, a lançar produtos comerciais e pilotos, que já possibilitam retirar proveito das potencialidades da IA na área da Manutenção Técnica.

Um dos temas mais prementes da atualidade é o desenvolvimento de modelos de manutenção preditiva dinâmicos, que tenham em conta as condições de operação suportadas pelos sistemas de monitorização e o histórico de intervenções, reduzindo o tempo despendido em cada ativo, ao estritamente necessário, num balanço entre custos eficiência e vida útil. Outro campo de aplicação é a operação autónoma dos sistemas de monitorização e gestão técnica centralizada, onde a gestão dos alarmes, o controlo dos equipamentos, a regulação de setpoints e horários passam a ser feitos de forma autónoma e dinâmica pelos algoritmos de IA, com base na utilização do espaço, preferência dos utilizadores, condições ambientais, eficiência energética, entre outras variáveis (Edifícios Vivos).

Os próximos passos vão envolver o desenvolvimento de assistentes virtuais personalizados, que possibilitem um aumento da performance de cada colaborador, expandindo as suas capacidades de análise, perceção, execução e decisão, independentemente das funções que devem desempenhar na organização. Um caso prático pode ser visto nas aplicações de realidade aumentada, que podem integrar assistentes virtuais para apoio à resolução de falhas técnicas. Esta e outras ferramentas semelhantes irão mitigar o efeito da redução de pessoas qualificadas no mercado de trabalho, porque vão permitir uma inclusão mais célere dos novos colaboradores com menos experiência.

A médio prazo, existe ainda uma margem significativa para a evolução da IA, com o amadurecimento das aplicações, bem como dos bancos de dados, que servem de base à tecnologia.
Caminhamos para que as ferramentas de IA estejam cada vez mais preparadas para assumir o controlo dos esqueletos mecânicos, que a robótica tem vindo a aperfeiçoar ao longo dos anos, aumentado assim a sua esfera de influência no campo

Leia o artigo na Edição 160/161 da Revista Manutenção.

 

projetos industriais tdgi

Tendo como objetivo a expansão e modernização da linha de transporte de açúcar, a TDGI executou com elevado sucesso o contrato de serviços de Engenharia e Instalação na fábrica da Sidul Açúcares, a maior refinaria de açúcares de Portugal e que faz parte do Grupo ASR International, Inc.. O projeto incluiu o fornecimento, montagem e instalação de um conjunto de sistemas concebidos com o objetivo de aumentar a eficiência, qualidade, higiene e segurança do processo de fabrico, tendo a TDGI realizado também o estudo, desenho e execução do detalhe de engenharia da nova linha.

Com enormes desafios ao nível do planeamento e execução, o projeto foi executado em dois anos e cumpriu na íntegra as necessidades e requisitos operacionais exigidos pela Sidul.

O vídeo com a descrição técnica do projeto, incluindo testemunhos do Cliente, pode ser visualizado em baixo.

tdgi recrutamento

Estágios de Verão 2024 – Ainda vais a tempo!

Junta-te a nós nesta edição dos Estágios de Verão da TDGI e apresenta a tua candidatura.

Esta experiência profissional irá dar-te acesso a uma empresa distinguida pelos seus serviços de engenharia.

Vais trabalhar com equipas que te irão acolher e integrar na nossa realidade onde terás a oportunidade de aprender novas metodologias de trabalho.

Conhece o que temos para oferecer e candidata-te até 09 de junho aqui

Saiba mais em Estágios de Verão 2024 – Junte-se a nós na TDGI – Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A (tdgiworld.com)

tdgi maxi sky

Instalação de Elevador de Teto, no Hospital do Mar – Cuidados Especializados; Lisboa

A TDGI HEALTHCARE concluiu mais uma instalação do elevador de transferência de doentes, Maxi Sky, na ala de fisioterapia no Hospital do Mar que presta cuidados paliativos e geriátricos, cuidados para doente doentes com demência, em reabilitação ou convalescença.

Este sistema tem vindo a ser bastante solicitado por diversas unidades de saúde uma vez que aumenta o espaço disponível nos quartos dos utentes e liberta os profissionais de cargas excessivas e manobras físicas constantes e inadequadas.

Clique para ver as imagens da instalação:

 

A EcoVadis é o maior e mais confiável fornecedor mundial de classificações de sustentabilidade empresarial, criando uma rede global de mais de 130 mil empresas avaliadas.

No percurso que se tem vindo a desenvolver face às necessidades e expetativas dos seus stakeholders, a TDGI alcançou uma conquista notável ao nível da sua responsabilidade Ambiental, Social e de Governance.

No universo das empresas avaliadas pela EcoVadis, a TDGI ficou no top 25%, tendo sido premiada com a Medalha de Prata EcoVadis, reconhecendo-se assim o seu compromisso com práticas empresariais sustentáveis e responsáveis.

Esta conquista não seria possível sem o esforço de toda a sua equipa e o compromisso contínuo com a responsabilidade social e ambiental.

Como consequência, a TDGI fará parte da iniciativa da EcoVadis e da One Tree Planted, que irá resultar na plantação de uma árvore, contribuindo assim para um futuro mais verde e sustentável.

Obrigado a todos os nossos colaboradores, parceiros e stakeholders pelo apoio.

O desígnio da sociedade para a transição climática e para a descarbonização vem também trazer novos desafios aos edifícios, requerendo-se soluções de projeto e de construção cada vez mais sustentáveis.

O local de trabalho (workplace) é hoje pensado e gerido por cada organização a um nível cada vez mais estratégico. O espaço físico é visto hoje como um agente de transmissão da cultura organizacional e o conforto e os serviços que lhes estão associados têm um papel vital na atração e retenção de talento. Querem-se hoje espaços de trabalho atrativos, flexíveis e que contribuam para o bem-estar dos colaboradores.

O desígnio da sociedade para a transição climática e para a descarbonização, sabendo-se que os edifícios são responsáveis por 40% do consumo de energia e 36% das emissões de gases com efeito de estufa na União Europeia, vem também trazer novos desafios aos edifícios, requerendo-se soluções de projeto e de construção cada vez mais sustentáveis e uma exploração dos edifícios cada vez mais eficiente e ajustada à sua utilização.

Os edifícios tornaram-se assim num ativo de grande importância na resposta aos desafios que enfrentamos hoje e que impactam o nosso futuro. No entanto, só com uma abordagem holística e integrada envolvendo todos os stakeholders e, simultaneamente, tirando partido da transformação digital e da evolução tecnológica, conseguiremos maximizar o valor dos edifícios para a sociedade.

Verifica-se que há um enorme gap entre todos os stakeholders participantes no ciclo de vida de um edifício, nomeadamente investidores, projetistas, construtores, empresa de manutenção. O BIM (Building Information Model), processo colaborativo que permite que diferentes stakeholders da fase de projeto e construção interajam num único modelo virtual em 3D do edifício, veio colmatar uma parte deste gap. Já é uma grande evolução, mas não chega.

Sabendo-se que por um lado mais de 85% dos custos do ciclo de vida de um edifício ocorrem na fase de exploração e por outro lado que é na fase de projeto e construção que mais se podem influenciar esses custos futuros, é essencial que este processo colaborativo comece a envolver também as entidades que gerem os edifícios tendo em conta que estas detêm um enorme conhecimento do real custo e impacto das soluções definidas inicialmente no comportamento futuro e na sua sustentabilidade.

Os grandes edifícios, particularmente não-residenciais, já são desde há muitos anos consideravelmente avançados, com gestões técnicas centralizadas onde estão espelhados todos os principais equipamentos e sistemas, permitindo monitorizar o seu funcionamento e atuar centralmente sobre eles sempre que necessário. Também as empresas que gerem estes edifícios, já são bastante evoluídas, com apps e softwares de gestão onde ficam registas todas as atividades de manutenção.

A Inteligência Artificial (IA) vem agora permitir transformar as enormes bases de dados destes softwares de manutenção em verdadeiro conhecimento. Neste momento temos já ferramentas de IA que leem o texto que é registado pelas equipas de campo nas diversas intervenções sobre os equipamentos, convertendo-o em ações standarizadas. Começamos também a cruzar estas informações com a monitorização em tempo real do comportamento do edifício – sensores de temperatura, pressão, vibração, ocupação, qualidade do ar – que hoje é possível com a Internet of Things (IoT).

O potencial destas ferramentas é enorme. Passaremos não só a gerir melhor os edifícios, de forma mais sustentável e focando no bem-estar das pessoas como também a ter um conhecimento e experiência que, se introduzidos nas fases projeto e construção, permitem maximizar a criação de valor.

Estamos claramente no caminho certo, mas há ainda um enorme trabalho a fazer, assim haja visão e vontade.

O ano de 2024 será uma continuidade na transformação dos ambientes de trabalho que já se tem vindo a sentir nos últimos anos e em especial nos “pós-covid”.

O tradicional ambiente de escritório passou por uma mudança radical, impulsionada por avanços tecnológicos, culturas de trabalho em transformação e um renovado foco no bem-estar dos funcionários. Nesta era, as organizações estão a redefinir os seus ambientes físicos para se alinharem às necessidades em evolução da sua força de trabalho. Este artigo explora as principais tendências e inovações que moldam o cenário de ambientes de trabalho em 2024. Uma das mudanças mais significativas nos ambientes de trabalho é a adoção generalizada de modelos de trabalho adaptados a cada realidade.

À medida que algumas empresas adotam o trabalho remoto, modelos híbridos e horários flexíveis, outras procuram reforçar a importância do trabalho presencial. Estas variantes conduzem a uma reavaliação dos espaços de escritório, seja na sua qualidade como na sua orgânica, levando à criação de ambientes de “coworking” e ambientes de trabalho mais apelativos e adaptados ao perfil dos seus utilizadores. Numa era digital, a integração de tecnologia nos ambientes de trabalho é imperativa. Cada vez mais se implementam soluções inteligentes para otimizar a experiência dos utilizadores. Sistemas de gestão de espaços, conectividade avançada e ferramentas de colaboração remota são parte integrante do ecossistema tecnológico dos seus espaços.

Outro aspeto que é já uma realidade nos nossos dias é a crescente preocupação com a sustentabilidade. À medida que a consciência ambiental cresce, as empresas estão a adotar práticas ecologicamente corretas na construção, na seleção de equipamento e mobiliário e nas operações diárias. As certificações, como LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), estão a tornar-se requisitos essenciais para espaços de escritório modernos, bem como a adoção de materiais com baixo impacto ambiental, iluminação eficiente em termos energéticos ou iniciativas de reciclagem.

Algumas empresas até exploram o conceito de escritórios circulares, onde os materiais são reutilizados, reaproveitados ou reciclados para minimizar o desperdício, porque o compromisso com a sustentabilidade não é apenas uma responsabilidade corporativa, mas também um reflexo dos valores da empresa.

Design é o espelho da mudança

A mudança em direção ao trabalho colaborativo é evidente no design dos ambientes de trabalho contemporâneos. Layouts em “open space”, salas de reunião flexíveis e áreas comunitárias são projetadas para incentivar interações espontâneas e troca de ideias. O tradicional cubículo está a ceder espaço para estações de trabalho compartilhadas e áreas colaborativas que promovem um senso de comunidade entre os funcionários. A evolução dos ambientes de trabalho em 2024 traz mudanças positivas, mas também apresenta desafios. Equilibrar as necessidades das empresas e trabalhadores, garantir a segurança das soluções, e manter presente o tema da sustentabilidade. Por tudo isto é importante que a transformação dos espaços de trabalho seja pensada de forma holística, sendo necessário para isso ter em conta vários aspetos:

  1. Envolver os colaboradores no sentido de identificar as suas necessidades e preferências em relação ao ambiente de trabalho.
  2. Confiar num profissional especializado em gestão de projetos e design de interiores corporativo para auxiliar na criação do novo espaço.
  3. Criar áreas funcionais e flexíveis, que possam ser adaptadas às diferentes necessidades da empresa.
  4. Investir em tecnologia avançada, como sistemas de automação, dispositivos inteligentes e soluções digitais, para otimizar os processos e facilitar o trabalho dos funcionários.

Compreendendo que cada empresa e cada colaborador são únicos, a SpaceUp adota uma abordagem personalizada na criação de ambientes de trabalho. Os seus espaços são flexíveis e adaptáveis, proporcionando a diversidade necessária para acomodar diferentes estilos de trabalho, setores de atividade e culturas organizacionais.

Ao colaborar de perto com os seus clientes, a SpaceUp desenha espaços que refletem as necessidades específicas de cada empresa.

Veja e faça download do artigo aqui